
Finalmente acabei de ver um filme que vinha assistindo dias por partes. Nunca fui muito fã de cinema nacional, mas ultimamente tenho me surpreendido com a qualidade das produções.
A história é um romance bem água com açúcar, de um homem que durante 30 anos vive uma paixão secreta por uma mulher e ambos se reencontram depois desse tempo todo.
O que me fez ficar pensativa, na verdade, foi o medo de pensar no quanto deixo para viver depois. No quanto vivo adiando prazeres tão simples que não sei se poderei realizá-los.
Eu não pensava em nada disso aos 20 anos, mas depois dos 30, tenho pensado com mais frequência.
E me pergunto: Como será minha vida daqui 30 anos? O que lamentarei não ter feito?
Não tem como um dia não se fazer intimamente essa pergunta depois de uma certa idade.
Só sei que quero ser uma velhinha nostalgica e cheia de coisas para contar para meus filhos e netos.
2 comentários:
Lina, você ainda é muito jovem para ser saudosista. Como você disse, é melhor viver o momento presente, ele não voltará mais. Carpe Diem! Beijos.
Maria Augusta,
Nem tão velha, mas nem tão jovem assim...
Talvez eu deva ter a impressão de ter vivido muito, por ter saído muito cedo de casa.
Minha alma é saudosista por natureza, mas você tem razão. Carpe Diem!!
Beijos
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